COP26: Energia Limpa e Renovável Para o Planeta

COP26: Energia Limpa e Renovável Para o Planeta

21/12/2021

COP26: Energia Limpa e Renovável Para o Planeta

No mundo onde combustíveis fósseis como carvão e óleo ainda são as principais fontes para produção de energia, é preciso estar atento sobre as mudanças climáticas que preocupam o mundo todo.

Essa preocupação se dá, inclusive, nos âmbitos econômico e social. Neste ano, ocorreu a 26ª edição da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 26), onde foi discutida a interferência das cadeias produtivas industriais, econômicas e sociais sobre o futuro do planeta.

Neste ano, energia limpa foi um dos aspectos discutidos durante a conferência, que ocorreu na cidade de Glasgow, na Escócia, e reuniu as principais nações para discutir a respeito das soluções relacionadas às mudanças climáticas.

Confira abaixo as principais informações a respeito da COP26. Boa leitura!

COP26 - Energia Limpa

Sendo originalmente agendado para acontecer em 2020, a conferência incluiu a 15ª reunião das partes do Protocolo de Quioto, além da 2ª reunião das partes do Acordo de Paris.

Alguns efeitos das mudanças climáticas já podem ser sentidos, o que impacta de forma direta na vida de bilhões de pessoas todos os anos. Eventos como enormes secas, queimadas bruscas, inundações catastróficas e ventanias são algumas das principais consequências dessa condição.

À vista disso, este tema costuma ser muito discutido pelas principais autoridades das potências mundiais a fim de tomar medidas que alterem as projeções negativas por meio de soluções sustentáveis e condizentes.

Leia mais em: Atmosfera: Acordo de Paris e Protocolo de Kyoto.

Mudanças climáticas em destaque

O tema deste ano foi de extrema relevância visto que os efeitos negativos das atuais políticas energéticas estão em constante crescimento. Hoje, as principais políticas englobam a queima de energia fóssil, bem como de suas emissões que são responsáveis pelo aquecimento global e efeito estufa.

O uso de energia é essencial para as mais diversas atividades econômicas, portanto, é essencial avaliar o impacto de seu uso, quando não-renovável, no meio ambiente e clima. 

A combustão de fósseis em transportes ou atividades industriais se trata de uma das maiores operações no Brasil e no mundo. Ambas são as principais responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa (como dióxido de carbono). 

A utilização de tais fontes de energia, de acordo com o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), proporciona um aumento de 1,5ºC a 2ºC a cada ano, o que pode comprometer, principalmente, a ordem econômica e social do mundo.

As regras para diminuição dessas emissões foram estabelecidas pelos já citados Acordo de Paris e Protocolo de Quioto. Neles, ficaram determinadas metas obrigatórias de redução de emissões para 36 países industrializados e a União Europeia.

Como as metas são acordadas?

As normas determinadas pelo IPCC visam que, de início, a necessidade de redução média seja de 5% nas emissões, em paralelo com os níveis de 1990 durante o tempo de 5 anos (entre 2008 e 2012).

A segunda fase ocorreu entre os anos de 2013 e 2020, onde foi estabelecido que as Partes iriam se comprometer a reduzir as emissões de gases do efeito estufa em, no mínimo, 18% (em comparação com os níveis de 1990).

No entanto, o número de países comprometidos com essa segunda fase foi menor do que na primeira, além de que os Estados Unidos também não integraram as etapas do Protocolo de Quioto.

Vale ressaltar que, no caso do Acordo de Paris, as nações tiveram o compromisso de implementar as mudanças a fim de diminuir as consequências entre os anos de 2025 a 2030, com revisões periódicas a cada 5 anos.

Mesmo assim, o governo federal retirou seu apoio e os Estados Unidos abandonaram o combinado que havia sido feito em novembro de 2020. No entanto, com a eleição do novo governo a expectativa é que o país volte a seguir o acordo.

Confira a importância da COP-26

Com a nova pandemia de coronavírus e suas consequências financeiras, a recuperação econômica global é crítica. No entanto, os países devem priorizar o desenvolvimento sustentável e minimizar os impactos climáticos e ambientais.

Portanto, antes que seja realizado, todos os países participantes do acordo devem demonstrar o estágio de cumprimento das metas do Acordo de Paris e revisar os próximos passos na transição energética.

Em fevereiro deste ano, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, afirmou que a COP-26 é “um marco importante nos esforços para evitar desastres climáticos”. Entre eles, todos os países devem fazer contribuições mais ambiciosas e definir metas claras para 2030.

Fonte solar atinge marca histórica de 12 gigawatts no Brasil

A capacidade solar instalada das grandes fábricas brasileiras, e dos sistemas de pequeno e médio porte instalados em telhados, paredes externas e solo, ultrapassou o recorde histórico de 12 gigawatts (GW).

A potência corresponde a 1,8 GW de energia fixa, ou seja, a capacidade de alimentação.

Segundo Marcos Freitas, professor de planejamento energético da Coppe da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a energia gerada é suficiente para abastecer 4 milhões de residências brasileiras com consumo médio de 150 kWh (kW / h). O resultado é muito positivo.

De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a energia solar trouxe mais de 60,6 bilhões de reais em novos investimentos para o Brasil, dos quais 15,7 bilhões de reais foram arrecadados com o tesouro nacional, e mais de 360 ​​mil empregos foram criados.

À vista deste dados, o mercado de energia sustentável ganha destaque cada dia mais, uma vez que a demanda por estes recursos acompanham esse crescimento.

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Dentre os benefícios da instalação, podemos citar:

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